Visitas Sob Medida

Montagem de Fotos de Visitantes no MIAN

Para conhecer o MIAN do seu jeito, propomos roteiros diferentes para você aproveitar a sua visita de uma maneira especial. Caso esteja interessado em uma visita mediada para grupos, as informações estão no final desta página.

 

Eu amo o Rio

 
Para quem ama o Rio, uma visita ao MIAN é um programa imperdível. Comece admirando os arredores do casarão onde o museu está instalado, veja o estilo arquitetônico eclético da casa que data do final do século XIX. As árvores e os casarões vizinhos complementam o clima bucólico.

Já dentro do museu, comece a visita “mergulhando” no quadro de Lia Mittarakis, “Rio de Janeiro, Gosto de você, Gosto dessa gente feliz”, uma verdadeira declaração de amor a cidade maravilhosa. A tela de 7 metros de largura e 4 metros de altura faz você se sentir imerso na paisagem, dentro da cidade. O Rio de Janeiro, suas paisagens deslumbrantes, seu relevo, montanhas e mar são temas recorrentes desta pintora carioca nascida na Lapa. A Ilha de Paquetá, onde Lia morou na idade adulta, é outro tema freqüente nas suas pinturas. Aproveite para descobrir detalhes como os pescadores voltando com os barcos cheios de peixes na praia de Copacabana, o navio de cruzeiro no canto direito da tela, os dois aeroportos repletos de aviões pousando e decolando, as crianças brincando de roda na praça ao lado da catedral no centro do rio, a ponte Rio-Niterói sem trânsito, o Fla-Flu no Maracanã, o desfile de escola de samba e os senhores de terno no centro da cidade. Tudo funciona, praias e monumentos lotados, mares sem poluição, céu azul e um sentimento de felicidade toma conta da tela.

Continue a visita curtindo a exposição “Rio de Janeiro Naïf” que retrata 40 pontos Turísticos eleitos pela Riotur em 2000 como os mais queridos pelos cariocas. Observe o colorido da gafieira estudantina da pintora Alba, a família carioca pintada por Bebeth no Jardim Botânico, o teto da confeitaria Colombo do artista Dalvan, e tente encontrar a famosa garça que voa em quase todas as telas de Lia Mitarrakis. Essa exposição é uma inspiração para conhecer e descobrir pontos turísticos queridos, mas nem sempre muito visitados como a Ilha Fiscal, o Parque das Ruínas, o pátio dos canhões do Museu Histórico Nacional. A exposição conta com um livro, em cinco línguas, que pode ser folheado in loco ou adquirido na loja do museu.

 

Não conheço o MIAN

 
Se você nunca veio ao MIAN, aproveite essa oportunidade para descobrir um museu movido a paixão, mais especificamente à paixão de um Francês radicado no Brasil, que logo ao chegar aqui se encantou de tal forma pela arte naïf brasileira que começou a colecioná-la aos 18 anos e ao longo de 40 anos juntou 6.000 obras representando todos os estados brasileiros e mais de 120 países. “Uma paixão não se explica, vive-se, assim é a minha paixão pela arte naïf”, a declaração de amor de Lucien está impressa na parede de entrada do museu, acima do livro de visitantes e podemos senti-la ao admirar a obra “Rio de Janeiro, gosto de você , gosto dessa gente feliz” de Lia Mitarrakis, obra icônica que lança um olhar embevecido sobre a cidade. Outra obra imperdível é o quadro “Minha Amazônia querida, coração verde e amarelo do Brasil” de Aparecida Azedo que retrata a fauna e a flora da região norte do Brasil com o olhar inocente e inventivo do artista naïf. Folhagens multicoloridas e até uma rena branca fazem parte da composição. Repare só como até o título das obras remetem a idéia apaixonada do fundador, na primeira o “gosto de você” e na segunda a palavra “querida”.

Continue seu tour lendo as plaquetas e admirando a maior tela de arte naïf do mundo: “Brasil, 5 séculos”, também da pintora Aparecida Azedo, que reconta a história da nossa pátria desde a chegada dos Portugueses até a inauguração de Brasília. A visita não estaria completa sem uma rápida passagem pela sala em homenagem ao fundador, que tem em destaque a pequena mala que ele trouxe quando veio morar no Brasil aos 16 anos. O visitante conta com recursos tecnológicos para aprofundar seu conhecimento sobre a arte naïf (app MIAN Digital para celulares na plataforma android) e tem a possibilidade de explorar seus dotes artísticos com o “Jogo Naïf” (para tablets Android), ao criar a sua versão do quadro de Lia Mitarrakis e compartilhar sua criação nas redes sociais. Complementa a visita ao museu uma rápida passagem pela loja do museu para adquirir uma reprodução de sua obra favorita, ou uma camiseta, e quem sabe até começar a sua própria coleção de arte naïf adquirindo uma das telas deixadas em consignação pelos artistas do acervo do MIAN. E o programa não estaria completo sem passar pelo nosso café orgânico, para experimentar um delicioso suco natural acompanhado por um bolo caseiro!

 

Quero curtir o MIAN com crianças

 
Para alguns, ir ao museu com crianças pode parecer um programa complicado, mas o MIAN pode ser uma boa opção. A arte Naïf parece exercer enorme atração para as crianças, tanto pelo fato das obras serem figurativas, de fácil linguagem, como também pelo colorido predominante na maior parte dos quadros.

Comece a visita na entrada do Museu observando a casa e aguçando a curiosidade deles. Será que este lugar sempre foi um museu? Quem mora ou morou aqui? Explore a área externa, onde possivelmente vocês avistarão um dos nossos mascotes felinos: Lucas e Miau. O Lucas é o mais velho e o mais simpático e dizem que perdeu a visão durante uma grande batalha além mar. Você já descobriu quem ele é?

Suba pela escada principal que leva ao casarão e antes de entrar converse com as crianças sobre o que eles vão encontrar lá dentro. Na parede da entrada há um pôster com recortes de algumas obras. É um bom momento para construir com eles um combinado sobre o comportamento dentro museu. Como será que devemos falar lá dentro? Como será que devemos caminhar? Como as nossas mãos devem agir?

Comece a visita solicitando na recepção um material para ser usado durante o percurso. De acordo com a faixa etária temos algumas opções:

  • De 4 meses a 1 ano – instrumentos percussivos e brinquedos (fantoche, caixinha de música, chocalho);
  • De 2 a 6 anos – folha de papel e potinho com giz de cera
  • De 7 a 12 anos – livro-jogo Naïf e lápis grafite

No salão principal convide as crianças a sentarem no chão (sim, vocês podem) em frente ao quadro “Rio de Janeiro, gosto de você, gosto dessa gente feliz”, de Lia Mittarakis. Quanto mais distante da tela vocês se posicionarem melhor. Cuidado apenas para respeitar a faixa preta demarcatória no chão. Pergunte às crianças:

  • Se vocês pudessem escolher um nome para este quadro, qual seria? Por quê?
  • Vocês reconhecem algum lugar no quadro? Peça a elas que apontem e digam o nome, sem tocar.
  • Quem será que pintou? (mostre a elas a assinatura da artista no canto inferior direito da tela)
  • Será que ela pintou sozinha?
  • Vocês repararam de que cor ela pinta as montanhas?
  • Alguém já viu uma montanha desta cor?
  • Vocês conseguem encontrar o Museu de Arte Naïf na tela?
  • Será que ele realmente fica ao lado do Maracanã?

Aproveite para falar que os artistas naïfs não têm compromisso com a realidade e podem alterar as cores, tamanhos e demais características do objeto ou tema pintado. Este é um bom momento para você dar uma pequena circulada sozinho pela exposição “Mestres Naïfs Brasileiros”, no salão principal, sem tirar os olhos dos pequenos.

Proponha uma descida ao subsolo do Museu onde estão escondidos alguns tesouros da arte Naïf internacional. Peça a eles que percorram todos os quadros e escolham o que mais gostaram. Por que vocês escolheram este quadro? Entregue o material (livro-jogo ou papel) e proponha um desenho inspirado na mesma temática do artista. Lembrando que a Arte Naïf é livre de regras e que o mais importante é usar a intuição, pintando com o coração. Enquanto eles desenham, aproveite para contemplar as obras e descobrir a enorme variedade de materiais e estilos desses artistas.

 

Visitas mediadas para grupos (número mínimo de 5 pessoas)

 
O setor Socioeducativo MIAN oferece visitas mediadas mediante agendamento para todos. Realizamos as visitas em português, inglês, espanhol e francês, para grupos de todas as idades, de bebês a 3ª idade.

A visita percorre todas as exposições do MIAN ou somente as exposições solicitadas pelo grupo agendado, tendo como foco a arte naïf e sua história, os artistas nacionais e internacionais, curiosidades e os temas das exposições. Abordamos também temas sugeridos pelo grupo agendado que dialoguem com nossas exposições. No caso de sugestão de temas para a visita e de visita em língua estrangeira, as mesmas deverão ser solicitadas por e-mail na ocasião do agendamento.

As visitas mediadas acontecem de terça a sexta de 10h às 16h30 (horários sugeridos: 10h e 14h) e duram aproximadamente 1h30. É possível agendar visitas mediadas aos finais de semana, mas a disponibilidade de dias e horários é pequena, sugerimos entrar em contato com um mês de antecedência.

Para grupos de 5 a 15 pessoas – R$ 20,00 por pessoa
Para grupos de 16 a 20 pessoas – R$15,00 por pessoa
Para grupos de estudantes com carteira, idosos, menores de 18 anos, para aqueles que apresentarem o ticket do Trem do Corcovado do dia, portadores de necessidades especiais e professores da rede pública municipal com comprovante e identificação. – R$10,00 por pessoa
Para grupos de bebês (0 a 3 anos) – R$20,00 por bebê com direito a um acompanhante gratuito (Mais informações em Naïf para Nenéns)
Para grupos escolares – R$10,00 por aluno / gratuito para escolas públicas mediante agendamento prévio (Mais informações em Visitas Escolares)

Agendamento através do e-mail: socioeducativo@museunaif.com