Espaço do Educador

 

O que é Arte Naïf?

 
O termo naïf pode ser substituído por ingênuo, primitivo. Estas três palavras devem ser entendidas ao pé da letra. Todas vem do latim:

  • Naïf vem de nativus = o que nasce, é natural;
  • Ingênuo vem de ingenius = nascido livre;
  • Primitivo vem de primitius = o primeiro estado de uma coisa;
 

Características gerais da Arte Naïf:

 
Composição plana, bidimensional, tende à simetria e a linha é sempre figurativa

  • Não existe perspectiva geométrica linear
  • Grande quantidade de detalhes
  • Sobreposição de imagens
 

Por que Naïf?

 
O adjetivo Naïf surgiu no final do século XIX, ele foi usado na França para descrever a pintura de Henri Rousseau, o “douanier”. No seio do movimento impressionista, surge um pintor alheio a academia, que acredita no seu próprio potencial de criação e não se submete as normas de pintura consideradas apropriadas na época.
 

Arte Naïf – Arte pessoal

 
Ninguém aprende a ser pintor naïf, ser naïf é um estado de espírito que leva determinadas pessoas a pintarem de uma certa maneira. Os pintores naïfs são os poetas anarquistas dos pincéis. Cada pintor é único, possui seus temas, sua própria maneira de pintar e sua técnica, que ele encontrou sozinho no fundo de si.

Links interessantes:

 

Plano de visita

 
Ao planejar a atividade para os alunos é aconselhável que o professor visite antes o Museu, para conhecer o espaço e as possibilidades que a exploração deste local pode oferecer, e traçar os objetivos da visita; Caso não seja possível, recomendamos que leia atentamente os materiais fornecidos pelo Educativo: Carta às Escolas e Propostas de Visitas Mediadas; e explore o site do MIAN.

A preparação prévia dos alunos em sala de aula deverá despertar a sua curiosidade a respeito do que eles irão ver. A visita virtual ao site do MIAN pode ser um bom ponto de partida. Algumas atividades sugeridas:

Jogos disponíveis na internet:

 

Durante a visita

 
A visita ao MIAN é um processo de interação e aprendizagem que envolve a participação ativa de todos, mediadores, professores, acompanhantes e alunos. Todos podem tomar parte fazendo perguntas, observações e colocações.

Devemos caminhar devagar e em grupo, respeitando a orientação do mediador. Assim evitamos acidentes que possam danificar as obras ou machucar outros visitantes e temos um aproveitamento maior da visita.

Todos podem e devem falar, mas com um tom de voz baixo e sempre respeitando a vez do outro. O Museu é também um espaço de reflexão e contemplação, falando alto podemos interferir na visita de outras pessoas que estão apreciando a exposição.

Nossas mãos podem ficar soltas e livres, mas lembrem-se que, mesmo estando aparentemente limpas, elas possuem impurezas que podem danificar uma obra de arte. Sendo assim não podemos tocar nas obras salvo nas exposições sensoriais, sinalizadas pelo mediador.

 

De volta à escola

 
É importante registrar e enriquecer a experiência vivida através de atividades como: relato dos alunos sobre os momentos que acharam mais interessantes, observação das fotos tiradas, criação de histórias a partir das imagens dos quadros e esculturas que mais apreciaram, dramatizações sobre a vida dos artistas, criação de trabalhos de pintura, escultura, desenhos, levando em conta as características da Arte Naïf, entre outras. Colocar exemplos de trabalhos desenvolvidos pelas escolas.